domingo, 23 de fevereiro de 2014

USES


  # 9ºCongresso da USES- União Sarandiense dos Estudantes Secundaristas


 Mesmo com muita chuva,os estudantes de Sarandi não se abalaram e compareceram em massa no congresso de uma das principais entidades do noroeste do Paraná a USES (União Sarandiense dos Estudantes  Secundaristas) .

O congresso ocoreu nas dependencias da casa de cultura Irmã Maria Antona.

O congresso teve a inlustre presensa de Gianni Broetto,Vice Diretora Regional da UBES ( União Brasileira dos Estudantes Secundaristas), o Ex presidente da USES Felipe Freire, o Diretor da UMES Paiçandu Igor Ercílio, o Presidente da UMES de Campo Mourão Diego Lima e a Diretora Jackeline Ferreira,os Presidentes dos Grêmio do Colégio Francisco Lisboa, Eduardo Figueiredo,Colégio Helena kolody, Samuel Henrique, do Colégio Olavo Bilac, Lucas Ribeiro, a Vice presidenta do colégio Independência Angelica Corsino, o Secretario de Juventude Fabio Bernardo e de  mais representantes do movimento estudantil de Sarandi.

Durante o congresso, houveram diversos debates referente ao:Movimento Estudantil, Mulheres feministas, e Hip Hop, também para decidir quais seriam as bandeiras de luta da entidade, entre elas o passe livre e irrestrito para estudantes, combater o autoriatarismo nos colégios, lutar contra o preconceito nos colégios, promover a prática de esporte nos colégios e de mais bandeiras de lutas discutidas.

Logo após as mesas de bebate se deu um café, logo mais iniciou-se á plenaria final, onde foi apresentada as bandeiras de luta impostas pelos estudantes presentes na mesa de debates.

Ao fim do evento, foi dada a inscrições de chapas e apenas uma foi inscrita pela representante Bruna Vieria como presidente da chapa formada em consenso entre todos os estudantes e eleita com cem por cento dos votos para o mandato de 1 (um ano).

Bruna Vieira

Nova Presidente Eleita.

Por coletivo USES de comunicação .

terça-feira, 26 de novembro de 2013

51º Congresso da UPES leva mais de 300 à Paranavaí

Depois de movimentar mais de 350 mil estudantes na base do movimento estudantil, esse congresso da UPES se consolidou como maior da história da entidade. Além de mais de 300 estudantes presentes, todas as regiões do estado e mais de 75 cidades participaram do congresso. 
 
 
O evento aconteceu na reitoria da UNESPAR, em Paranavaí e começou por volta das 11 da manhã do sábado (02). Logo após a abertura os estudantes se dividiram para participar do primeiro bloco de debates que estavam separados em movimento estudantil, conjuntura estadual e educação.
 
Após breve intervalo deu-se início o segundo bloco de debates, divididos em 5 eixos, sendo eles: participação da mulher nos espaços de poder; plataforma LGBT nas escolas, redução da maioridade penal, ensino técnico a serviço do brasil e cultura e esporte nas escolas.
 
 
Na manhã do domingo (03) aconteceram plenárias regionais para definir as bandeiras de luta de cada região para esse novo período e após o almoço deu-se início a plenária final do 51º CONUPES com a leitura e aprovação dos documentos e moções do congresso. 
 
Ao final do congresso apenas uma chapa foi inscrita, chapa esta que tinha um(a) representante de cada região do estado e foi presidida pela estudante Camila Cristina Lanes, do Colégio Estadual Costa Vianna de São José dos Pinhais. Esta chapa obteve 100% de aprovação dos delegados presentes no congresso e assume a gestão pelos próximos 2 anos. 
 
"Acredito que a gestão atual da UPES avançou muito nas politicas e no encontro e ampliação da base dos estudantes, mas sei que é possível fazer ainda mais e melhor, quero, junto com a nova diretoria, avançar cada vez mais e estar ainda mais na luta para honrar esses quase 70 anos de história de luta dos estudantes através da UPES" concluiu Camila Lanes, presidenta eleita da gestão 2013, 2015.



                                            




                                                                                              Por: Coletivo USES de Comunicação 

                                                                                          Ler mais: http://upespr.webnode.pt/

quarta-feira, 17 de abril de 2013


#UPES convoca 1ºEncontro Paranaense de Grêmios Estudantis

Com o tema "Na luta por uma nova escola" a gestão 2011|2013 da UPES convoca todos os estudantes do estado para participar do 1º Encontro Paranaense de Grêmios Estudantis da UPES. 
 

 
Fazer um encontro de grêmios é, sem dúvida, realizar um dos fóruns mais democráticos de debate e deliberação do movimento estudantil do Paraná, é nele que estudantes dos mais diversos colégios têm a oportunidade de praticar sua cidadania, participando de grupos de debate sobre os rumos da educação de nível secundarista do estado.
 
"Vivemos um excelente momento na UPES, onde temos muita UMES, muitos grêmios e muitos estudantes que conhecem a entidade e nossa história. Realizar esse encontro é aproximar a UPES de sua base ainda mais, proporcionando um grande debate e uma grande troca de experiência entre os grêmios de todos os cantos do estado" diz Felipe Barreto, presidente da UPES.
 
O encontro acontecerá, que nos dias 15 e 16 de junho no Centro da Juventude de Campo Mourão, região noroeste do estado, conta com debates importantes e também com grupos de formação para as pastas do grêmio. Mais do que debater e planejar os rumos da educação no estado ele pretende também dar embasamento prático para a realização de atividades dentro da escola.
 
"Nosso objetivo e conseguir trazer ao encontro o máximo de grêmios e para isso contamos com a ajuda de nossas UMES e parceiros em todo estado. Quanto mais estudante participar melhor fica a troca de experiência e mais amplo fica o debate sobre a nova escola que queremos construir em nosso estado" conclui Higor Juan, diretor de Comunicação da UPES.
 
Para participar do encontro basta acessar o site "www.encontrodegremiospr.com.br" e fazer a inscrição dos estudantes que irão representar seu grêmio no encontro"
 
Por: cuc - Coletivo USES de Comunicação
Fonte: UPES de Comunicação
Ler mais: http://upespr.webnode.pt/

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

#Manifestação reúne 500 contra proposta de mudança na matriz curricular em escolas 

Cerca de 500 pessoas, entre estudantes professores da rede estadual de ensino, realizaram um protesto, em Maringá, na manhã desta terça-feira (4), pedindo um maior debate sobre as propostas de mudanças na matriz curricular, que o Governo do Estado deseja implementar.


O Governo está estudando diversas mudanças na matriz escolar, entre elas o aumento da carga horária nas disciplinas de português e matemática, com diminuição das aulas de sociologia, filosofia, artes e educação física.

O número de aulas também aumentaria de 25 horas por semana para 27, ou seja, durante dois dias na semana os estudantes teriam seis aulas, ao invés de cinco, como acontece atualmente. As matérias que devem ser incluídas são produção textual e matemática básica.

A presidente da APP - Sindicato de Maringá, Vilma Garcia da Silva, acusa o governo de querer implementar a mudança sem consultar a sociedade. "É necessário ter mudanças, mas elas devem ser debatidas com a comunidade escolar", ressalta.

Segundo ela, a redução na carga horária das disciplinas humanas e artísticas compromete o desenvolvimento de uma visão mais crítica e ampla da sociedade, que contribuem para a formação de cidadãos mais conscientes. "Vemos que o Governo está preocupado apenas em aumentar as notas no Ideb e outras provas externas, mas isso não reflete necessariamente uma melhora na qualidade de ensino", afirma.

Sobre o aumento na carga horária, a APP se põe favorável à proposta, mas exige que as mudanças sejam melhor discutidas com a comunidade escolar.

Necessidade de melhora
"As provas externas, como Enem, Ideb e Prova Brasil nos mostraram que há uma queda gradativa do aproveitamento nas disciplinas de português e matemática. Isso nos preocupa, pois essas matérias são a base para que o aluno tenha um bom aproveitamento também nas outras aulas", fala Marlene Gagardo Mochi, assistente da chefia do Núcleo Regional de Educação de Maringá.

O movimento foi organizado em conjunto por várias entidades, entre elas a UMES - União Maringaense dos Estudantes Secundaristas, USES - União Sarandiense dos Estudantes Secundaristas, UPES e UBES. 

E as manifestações não param por ai Amanha ao 12:00 acontecera em Curitiba (saindo da frente do CEP indo até a ALEP) um manifesto com as mesmas pautas no qual a UPES e a UMESC - União Muncipal dos Estudantes Secundaritas de Curitiba também estarão participando junto aos alunos e ao Grêmio Estudantil do Colégio Estadual do Paraná.

Por CUC - ColetivoUSES de Comunicação 
Fonte - Coletivo UPES de Comunicação 

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

#Semana decisiva para a educação brasileira, entre na campanha #FazOgolDilma
Em defesa dos 10% do PIB, 100% dos royalties do petróleo e 50% do fundo social do Pré-sal para a educação. UNE - União Nacionacional dos Estudantes e União Brasileira dos Estudantes Secundaristas - UBES convocam a campanha #fazogoldilma
 
 
CARTA ABERTA DOS ESTUDANTES BRASILEIROS
À PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF
 
Excelentíssima senhora presidenta da República Dilma Rousseff,
 
A União Nacional dos Estudantes e a juventude brasileira trazem esta mensagem por acreditarem partilhar a esperança de transformação do Brasil pela via da educação.
 
Reconhecemos a sua dedicação a esse tema no debate sobre a distribuição dos royalties do petróleo no país. Vemos com otimismo que a presidenta tenha declarado publicamente, por mais de uma vez, defender a destinação da totalidade desses recursos e metade do fundo social do Pré-sal, exclusivamente, para a área da educação brasileira.
 
Essa é a maior das reivindicações do movimento estudantil organizado do país neste momento em que lutamos para alcançar os investimentos de 10% do PIB para a educação. Para além do legítimo e importante debate entre estados e municípios a respeito da divisão dos royalties do petróleo, os estudantes têm a clara certeza de que, mais urgente ainda, é definir como esses recursos serão gastos.
 
Destinar 100% dos royalties para a educação é agir em função do real desenvolvimento da população brasileira, da sua possibilidade de emancipação pela via do conhecimento, do caminho em direção a um futuro mais justo e positivo. Investir prioritariamente em educação é a chave para corrigir injustiças históricas, atacando as desigualdades e violências sociais, permitindo o exercício da cidadania plena, a nutrição do espírito crítico e do processo democrático no Brasil por parte de todas e todos, independente de suas condições objetivas.
 
A partir da aprovação do projeto de lei 2565/11 pelo Congresso Nacional, surge a necessidade de que os órgãos do poder público, incluindo a presidência, regulamentem o destino dos royalties do petróleo que lhes cabem, definindo onde serão investidos. Portanto, a UNE vem, de forma respeitosa, porém incisiva, manifestar a sua extrema confiança de que a presidência da República garantirá 100% dos royalties da União exclusivamente para a educação brasileira. Os estudantes também anseiam, com otimismo, pelo gesto da presidenta que irá dedicar 50% dos recursos do Fundo Social do Pré-sal para a educação.
 
A UNE compreende que tais ações, neste momento histórico, serão como a resposta a uma grande chance, como um gol imperdível em um momento decisivo do jogo que sela o futuro deste país e de suas muitas gerações vindouras. Os estudantes confiam, presidenta Dilma, em vossa coerência e lucidez para tal.
 
Não podemos, presidenta, hesitar. Em outros momentos da história, o Pau-Brasil, o ouro e as pedras das Minas, a cana ou o café, tudo o que desta terra emanava, não tornaram-se riquezas para aqueles que as produziam e que verdadeiramente delas precisavam - e ainda precisam.
 
Hoje, podemos aplicar os proventos de nossos recursos naturais a favor das pessoas.
 
Senhora presidenta, os estudantes a observam tendo à frente a bola e o gol.
E estão ao seu lado.
Faz o gol Dilma!
 
Daniel Iliescu
Presidente da União Nacional dos Estudantes
27 de novembro de 2012
 Por: coletivo USES de comunicação.
Fonte: UPES de Comunicação. 


Ler mais: http://upespr.webnode.pt/

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

# ESTUDANTES PEDEM O FIM DA GREVE E COBRAM POSIÇÃO IMEDIATA DO GOVERNO

Sem acordo, universidades federais estão sem aula há mais de três meses
A greve das federais, que já dura mais de 90 dias, uniu a comunidade acadêmica em todo o território nacional com professores, técnicos administrativos e estudantes lutando pela mesma causa – a melhoria na educação pública do país. Contudo, a demora do governo em atender as reivindicações vem causando uma perda significativa das aulas, com sérios riscos de comprometer todo o ano letivo.
Durante o período de paralisação, o governo ofereceu apenas duas propostas aos grevistas. A última, apresentada no dia 24/7 foi aceita pela Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes), mas rejeitada pelo Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino (Andes) e pelo Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica e Tecnológica (Sinasefe).
Em comunicado divulgado no último dia 18/8, o Andes informou que a paralisação dos professores das universidades federais está mantida na maioria das instituições. De acordo com o comando de greve, docentes de 57 universidades decidiram em assembleia pela sua continuidade.
Segundo o presidente da União Catarinense dos Estudantes, Dérique Hohn, os estudantes estão unidos e querem pressionar o governo por respostas concretas. ‘’ Estamos fazendo mobilizações com o objetivo de mostrar para a sociedade que estamos organizados. Queremos que o governo federal atenda às reivindicações dos grevistas para que as aulas possam retornar o mais rápido possível.
MOBILIZAÇÕES PELO PAÍS EXIGEM O RETORNO DAS AULAS
Apesar dos estudantes defenderem as pautas dos professores, eles esperam que as aulas voltem com urgência. Nos estados de Minas Gerais, Amazonas e Pernambuco há reuniões constantes com o comando de greve para pressionar o governo. Já na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), um ato reuniu na cidade de Pato Branco na última segunda-feira (20/08), milhares de estudantes que se mobilizaram e foram até as ruas, com o objetivo de mostrar sua insatisfação com os rumos da paralisação.
Segundo o presidente da União Paranaense dos Estudantes (UPE), Rafael Bogoni, o governo está tratando a questão da greve nas federais de uma maneira irrelevante. “Vamos nos mobilizar e mostrar para a sociedade e para governo que os estudantes estão sem aula, e que a cada dia que passa pior é o tratamento do governo em relação a esse assunto. Queremos aulas já”, explicou.
No estado de Santa Catarina acontecerá um ato na cidade de Joinville, nesta quarta (22/08) com concentração às 10h na Praça da Bandeira. A iniciativa partiu da União Nacional dos Estudantes (UNE), a União Catarinense dos Estudantes (UCE), juntamente com professores. O objetivo é chamar a atenção das autoridades para que as reivindicações sejam atendidas e as aulas voltem ao normal.
 
Por; Coletivo USES de Comunicão
Fonte; UPES de Comunicação

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

# NOTA PÚBLICA DA UPE E UPES EM REPÚDIO À INICIATIVA DA SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, POR FECHAR CONVÊNIO COM A WALMART.

Curitiba, 31 de Julho de 2012.
A União Paranaense dos Estudantes (UPE) e a União Paranaense dos Estudantes Secundaristas (UPES) vem a público declarar repúdio total a iniciativa da Secretaria de Estado da Educação (Seed), que celebrou o acordo com a norte-americana Walmart para preparar quadros para a multinacional de supermercados. Os estudantes do Estado do Paraná, expõem aqui a sua contrariedade total à atitude do Sr. Governador Beto Richa e do Secretário de Estado da Educação, Flávio Arns. Queremos o fim deste convênio escravista com a Multinacional WalMart.
Queremos uma educação pública e de qualidade nas escolas de todo o estado do Paraná, com professores bem pagos, e valorizados, salas de aula equipadas, formação digna, e diversos avanços que sim, são possíveis. Nós estudantes não somos mão de obra barata para sermos comercializados em convênios governamentais, apenas por interesses individuais e políticos.
O governo Federal tem nos últimos anos investido muito na abertura de Institutos Federais (IFs), na valorização do Programa Nacional do Ensino Técnico (PRONATEC), por todo o Estado do Paraná. É Necessário uma política de capacitação de mão de obra qualificada, mais eficaz no nosso estado, e que não necessite de convênios como este, o ensino técnico deve favorecer o desenvolvimento do nosso país e não o lucro de multinacionais, como Wal Mart.
Para quem não conhece o convênio, o termo, assinado na semana passada entre a Seed e o Instituto Walmart, cria o "Programa Escola Social do Varejo", nada mais que um serviço de treinamento de mão-de-obra para atender às necessidades imediatas do comércio varejista - e não para oferecer uma efetiva formação profissional ao público a que nominalmente se destina, jovens de 16 a 24 anos, matriculados no ensino médio nas escolas estaduais.
A parceria com a multinacional do varejo - área sabidamente problemática pelos abusos trabalhistas - está em consonância com a política da Seed no atual governo de restrição ao ensino profissional público.
A educação pública viu novamente a forma de o governo Richa encarar o ensino profissional com a não abertura de turmas para o segundo semestre de 2012 (parcialmente revertida na semana passada).Todas estas preocupações serão trazidas para a mesa de negociações com a Seed nesta terça-feira, em Curitiba.
Queremos respostas, queremos uma educação justa e para todos.
NÃO AO CONVÊNIO SEED E WALMART!
NÃO ÀS EMPRESAS MULTINACIONAIS EM NOSSAS ESCOLAS!
POR UMA ESCOLA DE TODOS OS PARANAENSES E PARA OS TODOS PARANAENSES.. E NÃO PARA O GOVERNADOR E SUA EQUIPE.
União Paranaense dos Estudantes Secundaristas
União Paranaense dos Estudantes
União Sarandiense dos Estudantes Secundaristas